CIADESCP

Convenção das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus de Santa Catarina e Sudoeste do Paraná.
Edifício Libery Itajaí - Sede da CIADESCP


Nossa Sede:
Av. Marcos Konder, 1313
Edifício Liberty 10º Andar, Cobertura 02
Centro 
Itajaí/SC
88301 904

Nosso escritório está à disposição de segunda a sexta-feira, das 08h às 12h e das 14h às 18h.

Telefones: 
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E-mail: 
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Fundada em 20 de setembro de 1948, a CIADESCP (Convenção das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus de Santa Catarina e Sudoeste do Paraná) é formada pela união das igrejas filiadas à denominação. A Convenção também representa os obreiros vinculados a essas igrejas, que se reúnem ordinariamente uma vez por ano para deliberar sobre assuntos relacionados às igrejas, bem como para definir permutas e mudanças ministeriais.

Além disso, a CIADESCP promove periodicamente treinamentos bíblicos e ministeriais voltados aos mais de dois mil obreiros que integram a Convenção.

A Convenção atua na implantação e no apoio a igrejas, primeiramente em todo o estado de Santa Catarina e no Sudoeste do Paraná, mas também em outras regiões do Brasil e em diversos países, por meio de trabalhos missionários. Por meio das igrejas locais, são desenvolvidas e apoiadas ações de caráter social, educacional e beneficente, buscando atender não apenas os membros da denominação, mas também toda a comunidade onde as igrejas estão inseridas.

Nossa Missão:  

Glorificar a Deus e promover o crescimento do Seu Reino dando condições e estrutura para propagação do evangelho através da edificação e implantação de igrejas filiadas e estimular atividades que as tornem ainda mais unidas, missionais, relevantes e avivadas.

Nossa Visão: 

Ser conhecida como uma organização eclesiástica referência na organização e estruturação de igrejas filiadas e na orientação de seus obreiros, para que sejam cada vez mais comprometidos com a qualidade e o desenvolvimento de ministérios eficazes.

Nossos Valores:

  • Identidade pentecostal - At 2:4
  • Ortodoxia doutrinária  - Ef 2:20
  • A Bíblia como regra de fé e prática - II Tm 3:16
  • Metas desafiadoras - Ef 3:20-21
  • Excelência como padrão - Cl 3:23
  • Relevância  - Mt 5:14-16
  • Disposição de servir - Jo 12:2

Nossa História no Brasil

Assembleia de Deus no Brasil

O início da Igreja

A origem das Assembleias de Deus no Brasil está ligada ao avivamento espiritual que se espalhou pelo mundo no início do século XX, especialmente na América do Norte. Nesse período, muitos cristãos experimentaram o batismo no Espírito Santo, de forma semelhante ao que ocorreu com os discípulos de Jesus durante o Dia de Pentecostes, conforme registrado em Atos 2. Por essa razão, passaram a ser conhecidos como pentecostais.

Avivamento Rua Azusa
Reavivamento da Rua Azusa, Los Angeles.


Foi nesse contexto que dois jovens suecos, Daniel Berg e Gunnar Vingren, ao participarem do avivamento da Rua Azusa, em Los Angeles, Califórnia, receberam a direção de Deus para viajar ao Brasil. Eles chegaram a Belém em 19 de novembro de 1910. Naquele momento, não se imaginava que esses dois missionários dariam início a um movimento que transformaria profundamente o cenário religioso e social do país, por meio da pregação de Jesus Cristo como único e suficiente Salvador, do ensino sobre o batismo no Espírito Santo e da manifestação dos dons espirituais.

Daniel Berg e Gunnar Vingren
Daniel Berg e Gunnar Vingren

 

Conversões, batismos e o avanço da obra

O movimento cresceu rapidamente. Na madrugada de 18 de junho de 1911, a irmã Celina de Albuquerque tornou-se a primeira pessoa no Brasil a receber o batismo no Espírito Santo. Em pouco tempo, essa experiência também alcançou outros irmãos, e as reuniões passaram a ser marcadas por conversões, batismos e testemunhos de milagres.

À medida que a obra avançava, aumentava o número de pessoas que se reuniam para buscar a Deus. Diante desse crescimento, e convictos de sua chamada, Berg e Vingren organizaram, em 18 de junho de 1911, a Missão de Fé Apostólica, que posteriormente, em 1918, passou a ser conhecida como Assembleia de Deus.

Expansão no Brasil

A partir de Belém, onde teve início, a Assembleia de Deus expandiu-se progressivamente para outras regiões do país, alcançando importantes centros urbanos como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Com o passar dos anos, consolidou-se como uma das maiores denominações evangélicas do Brasil.

Atualmente, está presente em todos os municípios do país, reunindo milhões de fiéis em milhares de templos, com forte atuação na evangelização e no discipulado cristão.

A ação da Igreja

A Assembleia de Deus é uma igreja evangélica pentecostal que preserva a fidelidade às Escrituras, tendo a Bíblia como única regra de fé e prática. Sua atuação é marcada pelo compromisso com a proclamação do Evangelho, tanto no Brasil quanto no exterior, em conformidade com os princípios da Grande Comissão.

Seu Credo de Fé destaca a salvação pela fé no sacrifício vicário de Cristo, a atualidade do batismo no Espírito Santo, a operação dos dons espirituais e a esperança da segunda vinda do Senhor Jesus Cristo.

Nossa História em SC

Assembleia de Deus no estado de Santa Catarina

O começo

A Igreja Assembleia de Deus em Santa Catarina e Sudoeste do Paraná teve início na cidade de Itajaí, em 15 de março de 1931. A mensagem do Evangelho foi anunciada pelo Pr. André Bernardino da Silva, durante uma reunião realizada na casa de familiares, próxima ao porto da cidade. O que seria apenas uma visita transformou-se em um culto, no qual duas pessoas entregaram suas vidas a Cristo, marcando o início do movimento pentecostal no estado, ligado à obra iniciada no Brasil por Daniel Berg e Gunnar Vingren.

Diferentemente dos missionários suecos, que já atuavam no país há cerca de duas décadas, André Bernardino era um jovem recém-convertido, membro da Assembleia de Deus em São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Sua conversão, em 1930, foi marcada por um testemunho impactante: gravemente enfermo, foi alcançado pela mensagem do Evangelho e milagrosamente curado após receber oração de servos de Deus, fato que marcou o início de sua trajetória ministerial.

Pastor André Bernardino
Pastor André Bernardino

O crescimento da obra

Nos dias seguintes ao primeiro culto em Itajaí, novas reuniões foram realizadas, e mais pessoas passaram a aceitar a fé cristã. Em pouco tempo, formou-se um grupo de crentes, e os cultos passaram a ocorrer em diferentes casas, acompanhando o crescimento da congregação. Com o apoio dos primeiros convertidos, foi disponibilizado um terreno onde se construiu o primeiro templo, em uma via que ficou conhecida como “Rua Pentecostal”.

Ainda em 1931, ocorreu o primeiro batismo em águas, às margens do Rio Itajaí-Açu, e, no ano seguinte, foi inaugurado o primeiro templo oficial. Desde o início, a igreja também investiu no ensino bíblico, com a implantação da Escola Bíblica Dominical, consolidando a base espiritual e doutrinária da comunidade.

Consolidação e expansão

Apesar dos desafios e perseguições enfrentados nos primeiros anos, a obra avançou de forma consistente. Ao longo das décadas, a igreja cresceu e se estruturou, alcançando novas regiões e formando líderes comprometidos com a pregação do Evangelho. Em 1945, foi inaugurado um novo templo na cidade, marcando uma nova etapa de desenvolvimento e organização.

O trabalho iniciado de forma simples consolidou-se como um movimento relevante, impactando milhares de vidas por meio da mensagem transformadora de Cristo.

A Igreja hoje

Atualmente, a Assembleia de Deus conta com 304 campos eclesiásticos, tendo a mensagem do Evangelho alcançado todo o estado de Santa Catarina e também cidades do Sudoeste do Paraná. São mais de 2.800 templos que reúnem cerca de 300 mil pessoas entre membros e congregados. Próxima de seu centenário em Santa Catarina, a igreja segue em contínuo crescimento, evidenciando o fruto de uma obra firmada na fé, na perseverança e no compromisso com a Palavra de Deus.

À medida que se aproxima de seu centenário em Santa Catarina, a igreja segue em expansão, evidenciando o fruto de uma obra iniciada com fé, perseverança e dedicação à Palavra de Deus, permanecendo firme em sua missão até a volta de Cristo.

Nosso Credo

Em que cremos, no que acreditamos

1) Na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão (2Tm 3.14-17);

2) Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29; Gn 1.1;2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);

3) No Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem, na concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo 3.16-18; Rm 1.3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);

4) No Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial como o Pai e o Filho, Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; que regenera o pecador; que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo (2Co 13.13; 2Co 3.6,17; Rm 8.2; Jo 16.11; Tt 3.5; 2Pe 1.21 e Jo 16.13);

5) Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaurá-lo a Deus (Rm 3.23; At 3.19);

6) Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para tornar o homem aceito no Reino dos Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);

7) No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);

8) Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus (1Co 12.27; Jo 4.23; 1Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17);

9) No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);

10) Na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de Jesus Cristo (Hb 9.14; 1Pe 1.15);

11) No batismo no Espírito Santo, conforme as Escrituras, que nos é dado por Jesus Cristo, demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7);

12) Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme Sua soberana vontade para o que for útil (1Co 12.1-12);

13) Na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao mundo, para arrebatar a Sua Igreja, antes da Grande Tribulação; a segunda — visível e corporal, com a Sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1Ts 4.16, 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5; Jd 14);

14) No comparecimento ante o Tribunal de Cristo de todos os cristãos arrebatados, para receberem a recompensa pelos seus feitos em favor da causa de Cristo na Terra (2Co 5.10);

15) No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do Milênio; os que morreram durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos (Mt 25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4);

16) Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o definido pelo sexo da criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2; Gn 2.24; 1.27).